UM FUTURO QUE NÃO NOS PERTENCE
Ajuda vez ou outra recuar
E pensar profundamente.
O Reino de Deus não está apenas além dos nossos esforços,
Está além de nossa percepção.
Realizamos durante nossa vida somente uma pequena fração
Do magnífico empreendimento que é a obra de Deus.
Nada que fazemos é completo,
O que é outra forma de dizer
Que o Reino de Deus está sempre à nossa frente.
Nenhuma declaração diz tudo o que poderia ser dito
Nenhuma oração expressa nossa fé plenamente.
Nenhuma confissão nos torna perfeitos.
Nenhum conjunto de alvos ou objetivos inclui tudo.
Isto é o que somos:
Plantamos sementes que um dia irão crescer.
Regamos sementes já plantadas,
Sabendo que encerram uma promessa futura.
Construímos fundações que precisarão de desenvolvimento posterior.
Usamos fermento que produz efeitos além de nossas capacidades.
Não podemos fazer tudo
E perceber isso nos dá uma sensação de liberdade.
Nos habilita a fazer alguma coisa,
E a faze-la muito bem.
Tal coisa pode ser incompleta, mas é um começo, um passo à frente no caminho,
Uma oportunidade para que a graça de Deus entre e faça o resto.
Podemos nunca ver os resultados finais.
Somos profetas de um futuro que não nos pertence.
Ao tempo em que celebramos os 72 anos da Ibab, vale a pena meditar neste poema do Arcebispo Oscar Romero, de El Salvador, assassinado em 1980, um dos muitos mártires do Reino de Deus. Somos chamados a regar sementes que os irmãos do passado plantaram, e plantar as sementes que certamente darão flores e frutos para os nossos filhos e os filhos dos nossos filhos, que virão.
Celebramos nosso privilégio de ser um sinal histórico do Reino de Deus, e caminhamos sempre, experimentando, ainda que de forma incompleta, mas suficiente, aquilo a que somente a graça de Deus pode dar plenitude. Enquanto caminhamos, realizamos nossa pequena fração, sabendo que nosso trabalho é mais um passo à frente no caminho, profetizando um futuro que não nos pertence.
À sombra desta profecia e animados por esta esperança, caminhamos firmes e constantes, sempre dedicados à obra de Deus, sabendo que nosso trabalho não é vão e nosso esforço coopera para a vitória de nosso Senhor Jesus Cristo. Vitória que, pela graça de Deus, já dá seus sinais entre nós, sobre nós, apesar de nós, em nosso favor e, principalmente, em nós e por meio de nós.
O futuro não nos pertence. Mas o presente é dádiva de Deus que está em nossas mãos. Sejam pois as nossas mãos diligentes, semeando com fé, esperança e amor, até aquele dia em que o mundo se transformará num jardim.
E pensar profundamente.
O Reino de Deus não está apenas além dos nossos esforços,
Está além de nossa percepção.
Realizamos durante nossa vida somente uma pequena fração
Do magnífico empreendimento que é a obra de Deus.
Nada que fazemos é completo,
O que é outra forma de dizer
Que o Reino de Deus está sempre à nossa frente.
Nenhuma declaração diz tudo o que poderia ser dito
Nenhuma oração expressa nossa fé plenamente.
Nenhuma confissão nos torna perfeitos.
Nenhum conjunto de alvos ou objetivos inclui tudo.
Isto é o que somos:
Plantamos sementes que um dia irão crescer.
Regamos sementes já plantadas,
Sabendo que encerram uma promessa futura.
Construímos fundações que precisarão de desenvolvimento posterior.
Usamos fermento que produz efeitos além de nossas capacidades.
Não podemos fazer tudo
E perceber isso nos dá uma sensação de liberdade.
Nos habilita a fazer alguma coisa,
E a faze-la muito bem.
Tal coisa pode ser incompleta, mas é um começo, um passo à frente no caminho,
Uma oportunidade para que a graça de Deus entre e faça o resto.
Podemos nunca ver os resultados finais.
Somos profetas de um futuro que não nos pertence.
Ao tempo em que celebramos os 72 anos da Ibab, vale a pena meditar neste poema do Arcebispo Oscar Romero, de El Salvador, assassinado em 1980, um dos muitos mártires do Reino de Deus. Somos chamados a regar sementes que os irmãos do passado plantaram, e plantar as sementes que certamente darão flores e frutos para os nossos filhos e os filhos dos nossos filhos, que virão.
Celebramos nosso privilégio de ser um sinal histórico do Reino de Deus, e caminhamos sempre, experimentando, ainda que de forma incompleta, mas suficiente, aquilo a que somente a graça de Deus pode dar plenitude. Enquanto caminhamos, realizamos nossa pequena fração, sabendo que nosso trabalho é mais um passo à frente no caminho, profetizando um futuro que não nos pertence.
À sombra desta profecia e animados por esta esperança, caminhamos firmes e constantes, sempre dedicados à obra de Deus, sabendo que nosso trabalho não é vão e nosso esforço coopera para a vitória de nosso Senhor Jesus Cristo. Vitória que, pela graça de Deus, já dá seus sinais entre nós, sobre nós, apesar de nós, em nosso favor e, principalmente, em nós e por meio de nós.
O futuro não nos pertence. Mas o presente é dádiva de Deus que está em nossas mãos. Sejam pois as nossas mãos diligentes, semeando com fé, esperança e amor, até aquele dia em que o mundo se transformará num jardim.
2009 | Ed René Kivitz
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