O BATISMO NAS ÁGUAS E A CEIA MEMORIAL
O Reino de Deus é aberto a todos. Aqueles que desejam participar no Reino de Deus são chamados a nascer de novo, isto é, passar pela experiência do arrependimento e da fé, segundo o evangelho de Jesus Cristo. Crer na boa notícia (boa nova = evangelho) de que o Reino de Deus chegou: uma nova autoridade, um novo poder, uma nova ordem de coisas está estabelecida no mundo, implica a expansão da consciência (arrependimento = metanóia, de meta: além, e nóus: mente). Quem acredita que o reino de Deus chegou deve se submeter ao rei do Reino, Jesus Cristo.
O batismo era a maneira como as pessoas testemunhavam publicamente seu arrependimento e sua fé, isto é, sua mudança de mente, de posicionamento e postura na vida, como resultado da convicção da realidade do reino de Deus. O batismo era a maneira como os primeiros discípulos demonstravam sua mudança de coração e sua nova lealdade: não mais a César, o imperador romano, mas a Jesus, Rei dos reis e Senhor dos senhores. Através do batismo os discípulos de Jesus diziam: "Eu creio que Jesus Cristo é o verdadeiro Senhor e a Ele submeto minha vida; assumo o compromisso de servi-lo e viver de acordo com suas ordens; estou publicamente dizendo a todos, inclusive ao mundo espiritual, que minha vida pertence a Jesus Cristo".
A Ceia Memorial era outra maneira como os cristãos se identificavam com o Senhor Jesus. Toda vez que se reuniam ao redor da mesa para repartir o pão e o vinho, que simbolizam o corpo e o sangue de Jesus, estavam dizendo: "Continuo comprometido com Jesus Cristo e sua comunidade; estou reafirmando meu desejo e decisão de viver para Jesus e seu reino; continuo crendo no poder da morte de Jesus, ainda aguardo a consumação do Reino de Jesus, e mais uma vez convoco todas as pessoas a que se juntem aos cristãos nessa esperança".
O batismo nas águas em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e a celebração da ceia em memória de Jesus Cristo, são os dois únicos rituais ordenados por Jesus aos seus discípulos - por isso dizemos que são duas ordenanças. Através do batismo explicitamos nossa fé no evangelho de Jesus Cristo, e através da ceia memorial celebramos a morte de Jesus, reafirmamos nosso compromisso de viver para Ele, e anunciamos a iminência de sua vinda para dar fim (encerramento e plenitude) à história.
Não existe qualquer poder nas celebrações em si. Cada pessoa que se submete ao batismo e celebra a ceia em memória de Jesus Cristo deve saber exatamente o que e por que o faz, sob pena de transformar um ato de culto num evento sem significado e sentido, praticado na ignorância e vazio de compromisso, espiritualmente prejudicial: não é possível que haja compromisso com o que se desconhece, e as conseqüências espirituais do que é feito sem a integridade (inteireza e honestidade) do coração expõem seus atores ao juízo, pois agem de maneira displicente e negligente em relação a Deus.
Para que o batismo nas águas seja eficaz há necessidade de arrependimento e fé. Para que a celebração da ceia memorial seja eficaz há necessidade de consciência (discernir, saber, o corpo de Cristo, simbolizado no vinho e no pão) e coerência (auto exame) diante de Deus e seu Filho, sob o Espírito Santo. Assim ensinam as Escrituras Sagradas.
O batismo era a maneira como as pessoas testemunhavam publicamente seu arrependimento e sua fé, isto é, sua mudança de mente, de posicionamento e postura na vida, como resultado da convicção da realidade do reino de Deus. O batismo era a maneira como os primeiros discípulos demonstravam sua mudança de coração e sua nova lealdade: não mais a César, o imperador romano, mas a Jesus, Rei dos reis e Senhor dos senhores. Através do batismo os discípulos de Jesus diziam: "Eu creio que Jesus Cristo é o verdadeiro Senhor e a Ele submeto minha vida; assumo o compromisso de servi-lo e viver de acordo com suas ordens; estou publicamente dizendo a todos, inclusive ao mundo espiritual, que minha vida pertence a Jesus Cristo".
A Ceia Memorial era outra maneira como os cristãos se identificavam com o Senhor Jesus. Toda vez que se reuniam ao redor da mesa para repartir o pão e o vinho, que simbolizam o corpo e o sangue de Jesus, estavam dizendo: "Continuo comprometido com Jesus Cristo e sua comunidade; estou reafirmando meu desejo e decisão de viver para Jesus e seu reino; continuo crendo no poder da morte de Jesus, ainda aguardo a consumação do Reino de Jesus, e mais uma vez convoco todas as pessoas a que se juntem aos cristãos nessa esperança".
O batismo nas águas em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e a celebração da ceia em memória de Jesus Cristo, são os dois únicos rituais ordenados por Jesus aos seus discípulos - por isso dizemos que são duas ordenanças. Através do batismo explicitamos nossa fé no evangelho de Jesus Cristo, e através da ceia memorial celebramos a morte de Jesus, reafirmamos nosso compromisso de viver para Ele, e anunciamos a iminência de sua vinda para dar fim (encerramento e plenitude) à história.
Não existe qualquer poder nas celebrações em si. Cada pessoa que se submete ao batismo e celebra a ceia em memória de Jesus Cristo deve saber exatamente o que e por que o faz, sob pena de transformar um ato de culto num evento sem significado e sentido, praticado na ignorância e vazio de compromisso, espiritualmente prejudicial: não é possível que haja compromisso com o que se desconhece, e as conseqüências espirituais do que é feito sem a integridade (inteireza e honestidade) do coração expõem seus atores ao juízo, pois agem de maneira displicente e negligente em relação a Deus.
Para que o batismo nas águas seja eficaz há necessidade de arrependimento e fé. Para que a celebração da ceia memorial seja eficaz há necessidade de consciência (discernir, saber, o corpo de Cristo, simbolizado no vinho e no pão) e coerência (auto exame) diante de Deus e seu Filho, sob o Espírito Santo. Assim ensinam as Escrituras Sagradas.
© 2007 Ed René Kivitz
Voltar

