Igreja e consciência ecológica
Semana passada comemoramos o Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho. Nas últimas décadas a humanidade acordou para o fato de que o planeta está doente, a ação humana tem deteriorado drasticamente os recursos naturais, e esse processo se dá num ritmo muito mais rápido do que eles são capazes de se renovar. Da floresta onde se retirava uma árvore, agora retiram-se centenas. Onde viviam algumas famílias, consumindo pouca água e produzindo poucos resíduos, agora vivem milhões de famílias, exigindo imensos mananciais e gerando quantidades enormes de lixo.
Em 1600 d.C. o mundo não tinha mais do que 500 milhões de habitantes, hoje chegamos a 6,5 bilhões. À medida que a humanidade aumenta sua capacidade de intervir na natureza surgem tensões e conflitos quanto ao uso do espaço e dos recursos. Algumas conseqüências indesejáveis da ação humana são, por exemplo, o desmatamento, o esgotamento do solo, a contaminação da água e a crescente violência nos centros urbanos.
O tema está em pauta. No entanto, essa preocupação parece não atingir a comunidade evangélica. O cristianismo que a grande maioria conhece está em falta com a preservação do meio ambiente. Vemos igrejas alienadas, que assimilaram o sistema individualista do mundo. Nos acostumamos com mensagens escapistas, ansiamos por uma pátria celestial, almejamos o céu diariamente, consideramos que o diabo é o príncipe deste mundo e que, portanto, as coisas não vão mudar. Assim, não fazemos nada para melhorar o planeta.
O movimento ecológico, por muito tempo, foi visto como uma preocupação poética de visionários, buscava-se um relacionamento mais harmônico entre homem e natureza. A bíblia está recheada de passagens que contemplam a criação e a relação do homem com a natureza. Nesse sentido, a Igreja não deveria estar empenhada neste combate muito antes dos "hippies" aparecerem em cena? "Deus colocou o homem no jardim do Éden para o lavrar e guardar" (Gênesis 2:15).
Não devemos nos conformar com este mundo (Romanos 12:2), isso implica em combater a cultura do plástico, a visão mecanicista, o consumismo, a forma como lidamos com o nosso "lixo". Na sociedade pós-moderna até as pessoas estão mais descartáveis.
A crise ecológica é conseqüência do pecado, todo homem é pecador e precisa de salvação. Ter um encontro particular com Cristo faz parte do plano de Deus para a restauração da humanidade. Deus prima pela emancipação do ser humano integral, e isso passa, necessariamente, por uma postura socialmente responsável. É claro o ensino bíblico de que nós somos o sal da terra, a luz do mundo.
Acredito que estamos aos poucos recobrando nossa consciência ecológica. Devemos sinalizar o Reino de Deus e transmitir as boas novas de Jesus, assumir uma postura ecológica sadia, a busca pela retomada da dignidade humana, a promoção da saúde, o desenvolvimento sustentável e a humanização da economia e da política. O serviço social e o cuidado com a natureza são parte significativa da pregação do evangelho.
A bíblia não termina dizendo que vamos para o céu, mas que Deus vem para a Terra. Jesus Cristo não veio apenas salvar a alma humana, mas veio ressuscitar o corpo humano. Assim, como cristãos, devemos buscar a salvação do planeta, não somente para as futuras gerações, mas porque amamos e respeitamos as coisas que Ele fez.
"Sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora" (Romanos 8:22). A cura da humanidade e do meio ambiente só estará completa quando Jesus voltar, mas podemos mostrar a glória de Deus através das nossas vidas hoje. É nosso papel diminuir o acelerado ritmo de destruição dos recursos naturais e buscar alternativas que conciliem a conservação da natureza com a qualidade de vida. O evangelho tem uma resposta para o problema ecológico, precisamos alertar a igreja, discutir o assunto à luz da bíblia e assumir o compromisso de proteger e guardar a criação.
Em 1600 d.C. o mundo não tinha mais do que 500 milhões de habitantes, hoje chegamos a 6,5 bilhões. À medida que a humanidade aumenta sua capacidade de intervir na natureza surgem tensões e conflitos quanto ao uso do espaço e dos recursos. Algumas conseqüências indesejáveis da ação humana são, por exemplo, o desmatamento, o esgotamento do solo, a contaminação da água e a crescente violência nos centros urbanos.
O tema está em pauta. No entanto, essa preocupação parece não atingir a comunidade evangélica. O cristianismo que a grande maioria conhece está em falta com a preservação do meio ambiente. Vemos igrejas alienadas, que assimilaram o sistema individualista do mundo. Nos acostumamos com mensagens escapistas, ansiamos por uma pátria celestial, almejamos o céu diariamente, consideramos que o diabo é o príncipe deste mundo e que, portanto, as coisas não vão mudar. Assim, não fazemos nada para melhorar o planeta.
O movimento ecológico, por muito tempo, foi visto como uma preocupação poética de visionários, buscava-se um relacionamento mais harmônico entre homem e natureza. A bíblia está recheada de passagens que contemplam a criação e a relação do homem com a natureza. Nesse sentido, a Igreja não deveria estar empenhada neste combate muito antes dos "hippies" aparecerem em cena? "Deus colocou o homem no jardim do Éden para o lavrar e guardar" (Gênesis 2:15).
Não devemos nos conformar com este mundo (Romanos 12:2), isso implica em combater a cultura do plástico, a visão mecanicista, o consumismo, a forma como lidamos com o nosso "lixo". Na sociedade pós-moderna até as pessoas estão mais descartáveis.
A crise ecológica é conseqüência do pecado, todo homem é pecador e precisa de salvação. Ter um encontro particular com Cristo faz parte do plano de Deus para a restauração da humanidade. Deus prima pela emancipação do ser humano integral, e isso passa, necessariamente, por uma postura socialmente responsável. É claro o ensino bíblico de que nós somos o sal da terra, a luz do mundo.
Acredito que estamos aos poucos recobrando nossa consciência ecológica. Devemos sinalizar o Reino de Deus e transmitir as boas novas de Jesus, assumir uma postura ecológica sadia, a busca pela retomada da dignidade humana, a promoção da saúde, o desenvolvimento sustentável e a humanização da economia e da política. O serviço social e o cuidado com a natureza são parte significativa da pregação do evangelho.
A bíblia não termina dizendo que vamos para o céu, mas que Deus vem para a Terra. Jesus Cristo não veio apenas salvar a alma humana, mas veio ressuscitar o corpo humano. Assim, como cristãos, devemos buscar a salvação do planeta, não somente para as futuras gerações, mas porque amamos e respeitamos as coisas que Ele fez.
"Sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora" (Romanos 8:22). A cura da humanidade e do meio ambiente só estará completa quando Jesus voltar, mas podemos mostrar a glória de Deus através das nossas vidas hoje. É nosso papel diminuir o acelerado ritmo de destruição dos recursos naturais e buscar alternativas que conciliem a conservação da natureza com a qualidade de vida. O evangelho tem uma resposta para o problema ecológico, precisamos alertar a igreja, discutir o assunto à luz da bíblia e assumir o compromisso de proteger e guardar a criação.
© 2007 Marco Antônio R. Oliveira Jr.
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