Agente é quem ama
A propósito do Dia Internacional do Voluntário, comemorado no último 5 de dezembro, e por ocasião do encerramento da primeira fase da Campanha de Natal Ibab 2006/2007, lembramos da expressão "gente do bem fazendo o bem, com excelência, para a glória de Deus".
Todos os cristãos são desafiados a colocar dons, recursos, habilidades, tempo, e tantas outras possibilidades de doação como expressões de solidariedade e amor, a serviço do Reino de Deus, abençoando a vida daqueles que estão a nossa volta. Pessoas precisam de Deus e pessoas precisam de pessoas. Na era da alta tecnologia e das relações virtuais através da parafernália eletrônica, nada substitui o calor humano, a afetividade do abraço, a comunhão intensa na presença plena, de corpo e alma.
O amor é de fato a motivação para o serviço cristão. O amor a Deus é a base de todas as realizações cristãs, e a "mola propulsora" do serviço cristão. Nós amamos a Deus porque Ele nos amou primeiro (1João 4.19), e quando Deus nos amou despertou o amor em nós e nos fez capazes de amar ao próximo, pois, "Cristo deu a vida por nós e nós devemos dar a vida pelos irmãos" (1João 3.16).
A motivação para o serviço cristão, seja ele nos ministérios da igreja, a partir dela e além dela, deve ser esta experiência plena de amor: a Deus, a si mesmo e ao próximo, pelo menos pelas seguintes razões. A primeira, é que o que mobiliza a igreja e os cristãos para o serviço cristão não é a insistência dos líderes, nem o bem elaborado plano de ação, nem a capacidade de persuasão de uma campanha, mas o amor de Deus que enche os corações das pessoas e as impulsiona a servir.
O amor é a motivação para o serviço também porque qualquer ação voluntária vazia de amor é despida de valor, o mesmo que nada diante de Deus. Poderá contribuir na concretização de objetivos, mas serviço sem amor não recebe o sorriso de Deus como recompensa, pois "Deus ama quem dá com alegria", isto é, de coração (2Coríntios 9.7), não resulta em glória para o nome de Deus, pois somente quando somos cheios das marcas das bem-aventuranças nossas obras são vistas pelos homens e então é que glorificam a Deus (Mateus 5.13-16), e não tem qualquer valor no reino de Deus, "pois ainda que eu distribuísse todos os meus bens para o sustento dos pobres, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria" (1Coríntios 13.3).
Uma outra razão para que o amor seja a motivação para o serviço é que somente o amor é lúcido o suficiente para servir sem criar dependência e sem cair no paternalismo protecionista. O amor lúcido também é o ambiente propício para o resgate da dignidade, da valorização, de fazer diferença na vida de alguém. Quem serve sem amor escraviza e escraviza-se, pois serve a si mesmo pensando estar servindo ao outro. Somente aquele que ama é capaz de decidir com sabedoria, agir com prudência e escolher o que realmente vale a pena (Filipenses 1.9).
Finalmente, o amor é a motivação para o serviço porque o amor se ocupa em dar o melhor. A ação voluntária não falta de compromisso, displicência, negligência, desleixo, ou mesmo dar o que sobra ou que não serve mais. Dar o melhor não é apenas uma questão de atitude, mas também de eficiência, competência, responsabilidade, zelo, e excelência no serviço prestado. Quem ama doa não apenas o que tem, mas doa-se a si mesmo, isto é, doa a maior e mais excelente das ofertas, a própria vida, e com ela, tudo o que é coerente com o valor máximo que já foi consagrado, primeiro a Deus, depois ao próximo (2Coríntios 8.5).
Amar é dar. Quem ama faz. Agente é quem ama. Agente é quem faz. Graças a Deus, pois no mundo há gente que ama. Há gente que faz.
Todos os cristãos são desafiados a colocar dons, recursos, habilidades, tempo, e tantas outras possibilidades de doação como expressões de solidariedade e amor, a serviço do Reino de Deus, abençoando a vida daqueles que estão a nossa volta. Pessoas precisam de Deus e pessoas precisam de pessoas. Na era da alta tecnologia e das relações virtuais através da parafernália eletrônica, nada substitui o calor humano, a afetividade do abraço, a comunhão intensa na presença plena, de corpo e alma.
O amor é de fato a motivação para o serviço cristão. O amor a Deus é a base de todas as realizações cristãs, e a "mola propulsora" do serviço cristão. Nós amamos a Deus porque Ele nos amou primeiro (1João 4.19), e quando Deus nos amou despertou o amor em nós e nos fez capazes de amar ao próximo, pois, "Cristo deu a vida por nós e nós devemos dar a vida pelos irmãos" (1João 3.16).
A motivação para o serviço cristão, seja ele nos ministérios da igreja, a partir dela e além dela, deve ser esta experiência plena de amor: a Deus, a si mesmo e ao próximo, pelo menos pelas seguintes razões. A primeira, é que o que mobiliza a igreja e os cristãos para o serviço cristão não é a insistência dos líderes, nem o bem elaborado plano de ação, nem a capacidade de persuasão de uma campanha, mas o amor de Deus que enche os corações das pessoas e as impulsiona a servir.
O amor é a motivação para o serviço também porque qualquer ação voluntária vazia de amor é despida de valor, o mesmo que nada diante de Deus. Poderá contribuir na concretização de objetivos, mas serviço sem amor não recebe o sorriso de Deus como recompensa, pois "Deus ama quem dá com alegria", isto é, de coração (2Coríntios 9.7), não resulta em glória para o nome de Deus, pois somente quando somos cheios das marcas das bem-aventuranças nossas obras são vistas pelos homens e então é que glorificam a Deus (Mateus 5.13-16), e não tem qualquer valor no reino de Deus, "pois ainda que eu distribuísse todos os meus bens para o sustento dos pobres, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria" (1Coríntios 13.3).
Uma outra razão para que o amor seja a motivação para o serviço é que somente o amor é lúcido o suficiente para servir sem criar dependência e sem cair no paternalismo protecionista. O amor lúcido também é o ambiente propício para o resgate da dignidade, da valorização, de fazer diferença na vida de alguém. Quem serve sem amor escraviza e escraviza-se, pois serve a si mesmo pensando estar servindo ao outro. Somente aquele que ama é capaz de decidir com sabedoria, agir com prudência e escolher o que realmente vale a pena (Filipenses 1.9).
Finalmente, o amor é a motivação para o serviço porque o amor se ocupa em dar o melhor. A ação voluntária não falta de compromisso, displicência, negligência, desleixo, ou mesmo dar o que sobra ou que não serve mais. Dar o melhor não é apenas uma questão de atitude, mas também de eficiência, competência, responsabilidade, zelo, e excelência no serviço prestado. Quem ama doa não apenas o que tem, mas doa-se a si mesmo, isto é, doa a maior e mais excelente das ofertas, a própria vida, e com ela, tudo o que é coerente com o valor máximo que já foi consagrado, primeiro a Deus, depois ao próximo (2Coríntios 8.5).
Amar é dar. Quem ama faz. Agente é quem ama. Agente é quem faz. Graças a Deus, pois no mundo há gente que ama. Há gente que faz.
© 2006 Ed René Kivitz e Silvia Regina Jorge Kivitz
Voltar

