Troque o how to pelo to be II
A Ibab rejeitou todos os pacotes metodológicos para o desenvolvimento da vida comunitária. Começamos descartando o pacote denominacional batista, e com ele todos os demais, como por exemplo o Evangelismo Explosivo (James Kennedy), a Vida Total da Igreja (Darrell Robinson), o movimento de igrejas em células (Ralph W. Neighbour Jr.), a visão dos 12 (César Castellanos Dominguez), made in Colômbia, até as mais recentes propostas da Willow Creek Community Church (Bill Hybles) e da Saddleback Valley Community Church (Rick Warren), "a igreja com propósitos".
A opção da Ibab foi abraçar princípios e valores, em detrimento de estruturas, métodos, processos e textos prontos. Primeiro, porque acreditamos que mais importa abraçar princípios e valores. Segundo, porque acreditamos que temos nosso próprio jeito de ser, discernido a partir do triângulo liderança-contexto-comunidade. Mas, principalmente, porque todos os modelos eclesiásticos, sem exceção, estão baseados em três pilares: [1] o evangelismo pessoal, em detrimento da proclamação do evangelho do reino; [2] o crescimento da igreja, em detrimento da transformação de realidades; e [3] a institucionalização da experiência religiosa, em detrimento da liberdade cristã e inserção do cristão na vida real e na sociedade.
A Ibab não deseja padronizar a experiência cristã, e muito menos os processos através dos quais as pessoas podem ser encontradas por Deus e peregrinar no discipulado. Não cremos possível resumir o evangelho de Jesus Cristo a um conjunto de verdades apostiladas e transmitidas em eventos. Não cremos que o crescimento da igreja local seja a finalidade última da missão. Não estamos no projeto de viabilizar e construir um império eclesiástico. Não somos vítimas daquela vaidade do tipo "Deus nos deu uma visão que todos precisam conhecer". Não desconsideramos a diversidade e a riqueza da experiência humana, e não temos a pretensão de encontrar um método, um programa ou um modelo de ministração que desconsidere a complexidade da alma. Pessoas não são máquinas. Pessoas não funcionam segundo a lógica de causa e efeito, e portanto não podem ter sua individualidade reduzida a "problemas padrão" e "soluções instantâneas".
Como disse Eugene Peterson, estamos no "business of making saints". Nosso "negócio" implica sofrer dores de parto até que Cristo seja formado nas pessoas a quem servimos e ministramos (Gálatas 4: 19). E para isso, não existe how to. O modelo de Jesus está em Marcos 3: 14: chamou 12 para que estivessem com ele. Para fazer discípulos e pastorear o rebanho de Deus, nada substitui a relação pessoal, o contato corpo a corpo, olhos nos olhos. Nossa palavra chave não é método, processo, ferramenta, programa, atividade, projeto. O nome do jogo é relacionamento: estar com.
A opção da Ibab foi abraçar princípios e valores, em detrimento de estruturas, métodos, processos e textos prontos. Primeiro, porque acreditamos que mais importa abraçar princípios e valores. Segundo, porque acreditamos que temos nosso próprio jeito de ser, discernido a partir do triângulo liderança-contexto-comunidade. Mas, principalmente, porque todos os modelos eclesiásticos, sem exceção, estão baseados em três pilares: [1] o evangelismo pessoal, em detrimento da proclamação do evangelho do reino; [2] o crescimento da igreja, em detrimento da transformação de realidades; e [3] a institucionalização da experiência religiosa, em detrimento da liberdade cristã e inserção do cristão na vida real e na sociedade.
A Ibab não deseja padronizar a experiência cristã, e muito menos os processos através dos quais as pessoas podem ser encontradas por Deus e peregrinar no discipulado. Não cremos possível resumir o evangelho de Jesus Cristo a um conjunto de verdades apostiladas e transmitidas em eventos. Não cremos que o crescimento da igreja local seja a finalidade última da missão. Não estamos no projeto de viabilizar e construir um império eclesiástico. Não somos vítimas daquela vaidade do tipo "Deus nos deu uma visão que todos precisam conhecer". Não desconsideramos a diversidade e a riqueza da experiência humana, e não temos a pretensão de encontrar um método, um programa ou um modelo de ministração que desconsidere a complexidade da alma. Pessoas não são máquinas. Pessoas não funcionam segundo a lógica de causa e efeito, e portanto não podem ter sua individualidade reduzida a "problemas padrão" e "soluções instantâneas".
Como disse Eugene Peterson, estamos no "business of making saints". Nosso "negócio" implica sofrer dores de parto até que Cristo seja formado nas pessoas a quem servimos e ministramos (Gálatas 4: 19). E para isso, não existe how to. O modelo de Jesus está em Marcos 3: 14: chamou 12 para que estivessem com ele. Para fazer discípulos e pastorear o rebanho de Deus, nada substitui a relação pessoal, o contato corpo a corpo, olhos nos olhos. Nossa palavra chave não é método, processo, ferramenta, programa, atividade, projeto. O nome do jogo é relacionamento: estar com.
© 2005 Ed René Kivitz
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